Horários
Terça a domingo, das 10h às 18h. Às quintas, a exposição fica aberta até as 21h. Fechado às segundas.
Exposição temporária · 14 nov — 22 mar
Flores, aves e água em quase três séculos de pintura e gravura. De Antuérpia a Edo, de Edo a Giverny: dez obras, três salas e um percurso de cinquenta minutos.



Texto curatorial
Uma flor pintada não murcha. Durante quase trezentos anos, artistas de lados opostos do mundo tentaram segurar o que dura uma estação: a tulipa que valia uma fortuna, a íris que abre por um dia, o reflexo que some quando o vento passa. Jardim de Tinta reúne dez dessas tentativas e pede só uma coisa: que você chegue perto.
Percurso
Role e atravesse as três salas como se andasse pelo museu. Cada parede tem a sua cor e a sua luz. Clique numa obra para vê-la inteira, com a etiqueta.
Flandres e Holanda · 1610–1720
Os buquês flamengos juntam flores que nunca abriram na mesma estação. Cada pétala vinha de um estudo separado, feito ao longo de meses.
Edo, Japão · 1832–1834
Em Edo, flores e aves eram vendidas em folhas impressas com blocos de madeira, um bloco para cada cor. A luz aqui é mais baixa: o papel pede cuidado.
Estados Unidos e França · 1881–1906
No fim do século XIX, a flor deixa de ser catálogo e vira luz. A última parede termina num lago sem horizonte.
Olhe de perto
Passe a lupa pelo buquê atribuído a Jan Brueghel, o Velho, ou escolha um dos seis detalhes. Há joias, insetos e uma borboleta escondidos em 65 centímetros de madeira.
Mova o mouse sobre a pintura para usar a lupa.Toque na pintura para mover a lupa.
Mapa da exposição
Role para desenhar o caminho sugerido, ou toque num espaço para ver o que tem lá.
Toque num espaço
Guarda-volumes, retirada do audioguia e o primeiro banco do percurso.
Antes de ir
Terça a domingo, das 10h às 18h. Às quintas, a exposição fica aberta até as 21h. Fechado às segundas.
Dez faixas curtas, uma por obra, direto no seu celular. Leve fones; há empréstimo no foyer.
Percurso todo em nível, com rampas e elevador. Audiodescrição nas dez obras e réplicas táteis na Sala I.
No ateliê, um caderno de desenho convida a procurar os insetos escondidos nas pinturas. Lápis por nossa conta.
Pode, sem flash e sem tripé. Na Sala II, pedimos que o celular fique a um passo das gravuras: o papel é sensível à luz.
O percurso sugerido leva uns cinquenta minutos. Com o audioguia inteiro e uma pausa no pátio, reserve uma hora e meia.
Estudantes, professores, pessoas com 60 anos ou mais e pessoas com deficiência, com documento na entrada. A visita mediada é para grupos de até 12 pessoas.
Bolsas grandes e mochilas ficam no guarda-volumes do foyer, sem custo. Garrafas de água também ficam lá.
O Museu Anil e a exposição são fictícios. As obras são reproduções em domínio público (CC0) do acervo digital aberto do Art Institute of Chicago, com créditos no rodapé.
Ingressos com horário
As entradas são por horário para que cada sala tenha espaço para você. Monte o ingresso e confirme pelo WhatsApp.
Jardim de Tinta
Comece pela Sala I · chegue 10 minutos antes